domingo, 21 de maio de 2017

Piscas que não piscam

Há tempos lancei aqui uma ideia que, além de poder vir a aumentar as vendas de carros, era ao mesmo tempo uma boa forma de os portugueses pouparem uns trocos.
A ideia consistia, basicamente, em convencer os construtores a fabricarem modelos low cost, destinados a países cuja pobreza de espírito ultrapassa as mais elementares regras de civismo, onde os indicadores de mudança de direção (vulgo "piscas"), não passam de meros objetos de adorno. Assim, como a grande maioria dos portugueses nem sequer sabe qual é a alavanca onde se liga o pisca, estes eram fornecidos como opção (queres com "piscas", pagas X, querem sem "piscas", pagas Y) e com a poupança, o pessoal podia comprar smartphones de última geração. Afinal esse parece ser o único aparelho que faz os condutores largarem o volante nos cruzamentos e nas rotundas.


Mas as pessoas e as ideias evoluem e, no último fim de semana, vi tantos otários que no trânsito intenso de uma das artérias mais movimentadas de entrada em Lisboa, andaram mais de 20 quilómetros a mudar de direção sem fazerem "pisca", que fui fazendo alterações e cheguei a uma versão final da lei, que diz o seguinte:
a) - Acabar com as multas por mudança de direção sem ligar o pisca. 
b) - A PSP e a GNR, passam a fazer patrulhas em carros descaracterizados e quando encontrarem este tipo de condutores, ao fim de 3 mudanças de direção sem fazer pisca, mandam-no encostar e dois agentes munidos de martelos, partem-lhes os 4 faróis.
c) - O proprietário terá um prazo máximo de uma semana para apresentar o carro devidamente reparado.
d) - Em caso de incumprimento da alínea c), a viatura será confiscada e prensada como a que aparece na imagem, ficando os custos da operação inteiramente por conta do infrator.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Evolução dos urinóis


Prodígio da evolução, de há uns anos a esta parte, são cada vez mais os centros comerciais que usam os novos urinóis sem água.
É meio estranho para quem se habituou aos tradicionais urinóis, dos quais, no fim de cada mijadela jorra um esguicho de água que, quando mal afinado, chega a ser confrangedor, pois saímos do WC com as calças e a dignidade molhadas onde era suposto estarem secas.
Uma coisa que me tem levantado algumas dúvidas, é se daqui por uns anos não aparece uma universidade americana com um daqueles estudos que ninguém confirma nem desmente, e prova que os químicos usados na "purificação" da urina, deixam uma pegada ecológica bem mais nefasta do que a "mijinha" dissolvida em meio litro de água da rede.
Até lá vamos aceitar estas inovações como benéficas para o ambiente e, quem sabe, daqui por uns anos não inventam um sistema tão eficaz, que no fim a mijadela nos é devolvida sob a forma de água purificada e devidamente engarrafada.
A temperatura, sobretudo no verão, é que não será muito indicada para consumo imediato. ahahahah

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Azia


Pela segunda vez numa semana, esgotaram os stocks de Rennie nas farmácias de Massamá.